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A DOR: NOSSO MAIOR MESTRE
Sua Missão e seu Propósito de vida podem estar escondidos atrás de uma dor

A DOR: NOSSO MAIOR MESTRE

Você acredita que a dor pode ser o nosso maior mestre? Por incrível que pareça, nossos maiores e melhores aprendizados vêm com a dor. No deserto da vida é que se cresce.

“E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”. (Romanos 8:28)

Esse versículo tem me perseguido nesses últimos dois anos.

Muitas vezes é difícil entender como situações dolorosas, doenças e perdas podem contribuir para o no nosso bem.

Já briguei muitas vezes com Deus, já me revoltei e de nada adiantava porque os acontecimentos, a dor se mostravam presentes independente de meu entendimento ou revolta.

Ainda hoje quando dissabores e dor acontecem ainda me entristeço, mas antes de me revoltar paro, observo tudo o que está acontecendo e reflito o que posso aprender com tudo isso. Muitas vezes demora para eu entender, outras vezes a dor é maior que a capacidade de reflexão e entendimento.  Mas independente do tempo, a resposta vem.

DESERTO SÓ FLORESCE O QUE SABE SUPORTAR A DOR. - A DOR: NOSSO MAIOR MESTRE
A dor: nosso maior mestre

Aprendendo com a dor

Neste final de ano perdi duas pessoas queridas no período de dois dias. Pessoas inteligentes, ativas e que muito contribuíram no alívio da dor de outras pessoas. Uma com doença crônica degenerativa, que a foi consumindo lentamente e de forma dolorosa. A segunda de um câncer que a levou mais rapidamente, porém com muita dor nos seus últimos dias de vida.

Há cerca de dois anos e meio venho estudando e buscando uma maior compreensão quanto a nossa alimentação, estilo de vida, poluição ambiental e eletromagnética e o estresse cotidiano. Todos estão sendo apontados como fatores de risco para nossa saúde, causando uma série de doenças inflamatórias e com evolução para as doenças crônicas degenerativas como diabetes, obesidade, artrite reumatoide, câncer, Doença de Parkinson, Doença de Alzheimer, e muitas outras mais.

Uma coisa é você ler estudos e pesquisas, outra coisa é vivenciar tais doenças dentro de sua casa e nas pessoas com quem você conviveu grande parte de sua vida.  Pensar que tais doenças só ocorrem na casa do vizinho é um ledo engano.

Quando elas entram no seu convívio, entram na sua casa a história é outra, até porque também nos sentimos vulneráveis e um alvo fácil. Sim somos um alvo certeiro principalmente quando é um familiar próximo como pai, mãe e/ou irmãos que foram acometidos com tais doenças.

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Você é o reflexo de sua família

Família: o nosso espelho?

É muito comum termos hábitos de vida muito semelhantes aos de nossos familiares, carregamos muitas das crenças deles, alguns comportamentos e atitudes emocionais.

Embora muitas vezes nos achamos mais evoluídos e diferentes de nossos pais, no fundo travestimos os hábitos e comportamentos, salvo exceções, é claro.  Posso falar por mim mesma, que me achava muito diferente de meus pais, acreditava que tinha saído imune das tendências controladoras. Acreditava que meus hábitos alimentares eram muito melhores, sabia fazer escolhas. Acreditava que tinha mais controle emocional, e por aí vai.

Porém o tempo foi me mostrando que mesmo travestida, os mesmos comportamentos e atitudes no fundo não deferiam dos deles. Em situações de extremo estresse o descontrole emocional rompeu o vulcão adormecido e lançou larvas por todos os lados, passando por cima de tudo e de todos, sem controle algum.

É nesse momento que você reconhece que não passa de um ser humano, frágil e vulnerável que precisa rever sua vida seja a nível físico, mental, emocional e espiritual ou então se coloca como uma mera vítima das circunstâncias e que está sofrendo em função do que fizeram com você.

As vítimas talvez não se interessem com o que vou escrever daqui para frente, mas seria interessante tentar ir até o fim como mera curiosidade. Aos que reconhecem que suas vidas dependem de suas escolhas, agradeço a companhia e vamos aprender juntos.

Sim, vamos aprender juntos, pois como disse me achava diferente e dona do meu nariz e dos meus conhecimentos.  Mas as frustrações, as dores e perdas me abriram os olhos, foi quando me vi diante de uma encruzilhada: seguir o caminho mais fácil, o da vítima, ou desbravar um território até então desconhecido por mim, sozinha porque poucos são os que optam pelo desbravamento.

Iniciei meu caminho como autodidata, a princípio sem saber por onde começar, lançando setas por todos os lados, sem saber quem procurar, por onde seguir. Hoje com o advento da internet, do Dr. Google as informações são muitas, algumas fidedignas, outras questionáveis.

Para quem está perdido como separar o joio do trigo? Algumas vezes na tentativa e erro, outras pesquisando mais a fundo, questionando cada coisa que lemos, cada vídeo que assistimos. Compararmos métodos tradicionais e novas alternativas ou complementações.

Das pesquisas que tenho realizado, todas desembocam num denominador comum: alimentação, atividade física, estilo de vida, relacionamentos saudáveis, controle do estresse, espiritualidade, além de outros, que não vou citar para não me alongar demais.

Voltando ao início, agora posso entender porque presenciar e participar desse sofrimento de entes queridos. Tudo realmente tem um propósito. Estou tendo a oportunidade de perceber a importância de cuidarmos de nossa saúde como um todo. O quanto antes iniciarmos com cuidados preventivos, com escolhas adequadas e saudáveis faz uma enorme diferença.

Só se atinge metas e objetivos com determinação - A DOR: NOSSO MAIOR MESTRE
Caiu? Levante e siga em frente

A luta interna é diária

Um outro aprendizado mais importante ainda é vivenciar na pele as dificuldades da mudança de hábitos e estilo de vida. A luta interna é diária e contínua. Um dia é pura benção, outro dia, ribanceira abaixo.  Os acontecimentos recentes chegaram como uma bomba, mostrou que não importa se caímos hoje, mas sim como a criança, devemos continuar insistindo em levantar.

Nossa saúde deveria ser mantida de forma natural, mas num mundo onde nós mesmos, seres humanos contaminamos e degradamos nosso ambiente, se faz necessário um esforço contínuo para nos mantermos saudáveis.

Não espere vivenciar a dor de entes queridos e nem mesmo vivencia-la no próprio corpo quando já  não há nada que possa aliviar. Comece hoje mesmo fazendo pequenas mudanças no seu dia a dia.

Coma alimentos que não precise abrir embalagens, evite ao máximo alimentos refinados e industrializados.  Coma mais frutas, verduras e legumes. Se tiver dúvidas por onde e como começar busque um médico ou um nutricionista para orientá-lo.

Quando se tem a ajuda de um profissional da área a caminhada se torna muito mais fácil.

Se este artigo foi útil, se você acredita que pode vir contribuir na vida de alguma pessoa querida compartilhe. Faça comentários. Ajude a divulgar o que pode aliviar a dor de outras pessoas.

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